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Perguntas frequentes
Os pratos à base de vitela de raça arouquesa e do cabrito da Gralheira, os famosos bifes de Alvarenga, a doçaria regional e conventual e os vinhos verdes da região, constituem os seus maiores atrativos.
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Os animais de raça arouquesa, cuja carne tem denominação de origem protegida e se encontra certificada desde 1998, têm um temperamento dócil, mas energético e possuem excelentes qualidades de trabalho. São criados em liberdade pelas encostas serranas, alimentados à base da vegetação natural que recobre essas encostas, facto que confere à sua carne, deliciosamente tenra, um inigualável sabor. Um dos segredos do cabrito assado desta região reside no facto de ser cozinhado em forno a lenha.
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A doçaria conventual, cujos segredos de confeção ainda permanecem desde o tempo em que as freiras habitavam o Mosteiro de Santa Maria de Arouca, destacam-se as castanhas doces, o manjar de língua, as barrigas de freira, as roscas e charutos de amêndoa, as morcelas doces e a bola de S. Bernardo. A doçaria regional é também diversificada, de destacar, o pão-de-ló, as cavacas, os melindres e as “Pedras Parideiras”
Sendo uma aldeia pequena, os pontos de interesse são escassos na localidade, sendo por isso redirecionados para locadidades mais próximas. Para além de aldeias de bonita aparência como esta, destacam-se as minas de volfrâmio do Rio Frades e duas praias fluviais: da Paradinha e de Meitriz. Há também a possibilidade de circular pelos percursos delineados.
Para percursos pedestres em Arouca consultar:
http://www.aroucageopark.pt/pt/explorar/o-que-fazer/percursos-pedestres/
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